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quinta-feira, 10 de junho de 2010

Pantone Hotel





Para todos aqueles quem acham que uma cartela Pantone é um presente perfeito para se ganhar de aniversário (ou Natal, tanto faz...rs), imagine então como seria se hospedar em meio as "full colors" e criar uma paleta perfeita durante a estadia? Então é bom preparar as malas, porque essa maravilha já existe. É o "Pantone Hotel", direto da cidade de Bruxelas (Bélgica).

As cores dos quartos podem ser escolhidas de acordo com o gosto (ou humor) do hóspede, como essas abaixo:




O quarto vermelho (ou Pantone 200C)...


... ou o marrom? (Pantone 478C)


Claro que não poderiam faltar as famosas canecas! Até a bike e as cadeiras (abaixo) entraram na dança...



Além do design ultra moderno e elegante, o hotel oferece consultas e palestras sobre a teoria das cores e tendências. Não é o sonho de todo designer?


Laranja 137 C


imagens: divulgação
via:
aphro chic

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Mexicollecta 3



















Mais do México: nosso amigo Caco fez questão de registrar flagrantes de poluição visual para o collecta.

O Kassab (prefeito de Sampa) teria coceiras ao ver isso.



















fotos - Caco Ignatti

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Mexicollecta 2



















Mais registros do Caco, nosso correspondente no México (embora ele não soubesse disso). Esse é o metrô da Cidade do México. De malha viária bem maior que a do metrô paulistano. Porém, esse trem laranjão...

Bacana é o fato de cada estação ser representada por um ícone. Aliás, toda a identidade do Metrô da Cidade do México foi criada em 1969 pelo designer Lance Wyman (que merece um post mais detalhado sobre sua obra, é verdade).




















fotos - Caco Ignatti

Mexicollecta 1



















Nosso amigo Caco Ignatti foi pro México esse mês e nos trouxe algumas curiosidades. Pra começar, esse simpático aviso de banheiro de bar.

foto - Caco Ignatti

domingo, 26 de agosto de 2007

Design acessível em Buenos Aires - Okko



















Parecida com a Morph (do post anterior), só que mais étnica e um pouquinho mais elitizada, a Okko é uma das maiores redes de lojas de design & decoração da Argentina. Com espaços que vão desde os 100m2 aos 2000m2 - e localizadas em territórios diversos, como Palermo Viejo (acima), entre os outlets da Av. Cordoba e nos grandes shoppings - eles trabalham com especialistas em vários lugares do mundo, em busca de propostas diferentes de estilo.

A rede é grande. Mas a mercadoria tem sempre cara de "peça única".








fotos - Divulgação (dentro) e Rodrigo Disperati (fachada)

Design acessível em Buenos Aires - Morph








A Morph é a Tok&Stok dos argentinos (Moddu é sua versão "express", menorzinha). Design acessível, afinal os preços acabam agradando ainda mais por causa do peso desvalorizado em relação ao real.

A do shopping Buenos Aires Design é a mais bacana - até porque é a maior.


fotos - divulgação

Design acessível em Buenos Aires - Calma Chicha










A expressão "Calma Chicha" significa calmaria. Segundo o dicionário náutico, seria algo como sossego, tranquilidade de vento e mar. "Tras la tempestad viene la calma chicha".

Calma Chicha é também o nome dessa loja, no coração de Palermo Viejo (onde mais?). É o design simples, confortável aos olhos e ao toque, sem grandes arroubos e alucinações de estilo. É também a tradição da bola de couro, das cestas de pic-nic, do baralho para o truco, do chimarrão gaúcho, da boneca de pano e do carrinho de madeira, coisas que estão na memória afetiva do povo porteño - e que, por isso mesmo, também trazem conforto.










A boneca japonesinha de pano ao lado, por exemplo, me trouxe (quando estive lá) o conforto da lembrança de Erika Tani, essa minha parceira de blog. É feita à sua imagem e semelhança - só faltaram os belos cabelos compridos, claro.













fotos - divulgação e Erika Tani (que fotografou sua Erikinha)

terça-feira, 7 de agosto de 2007

A arte, onde menos se espera















Mais uma de Buenos Aires, aquela cidade que tá pulsando vanguarda.

Quando eu tô caminhando na rua sem pressa, sem compromisso, gosto de entrar por várias portas, subir ou descer escadas - ou seja, descobrir e desbravar lugares novos. Fazendo isso em Palermo Soho eu acabei entrando na galeria Ernesto Catena Fotografía Contemporánea, um espaço pequeno, porém do tamanho ideal pras pequenas mostras que oferece (além do escritório onde eles agenciam artistas). E, diga-se de passagem, todo o esquema de identidade visual deles (marca, folders, sinalização) é muito bem feito.

E lá eu conheci o trabalho desse cara, o Gian Paolo Minelli. Ele vê estilo e arte onde os olhos da maioria das pessoas não vêem. Tanto é que fez várias séries em presídios abandonados, por exemplo. Essa série mostra um presídio desativado de Buenos Aires, o Cárcel de Caseros.

Por incrível que pareça, quando eu bati o olho nelas, não vi um presídio, mas sim um nightclub de periferia. Esse Minelli me enganou direitinho.















fotos - divulgação

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

O Papel, a Papelera









Bucólico. Acho que esse é um bom adjetivo pra esse lugar único, que fica no (super bacana) bairro Palermo Viejo em Buenos Aires, Argentina.









Quando fui na Papelera Palermo pela primeira vez chovia forte, eu entrei lá ao acaso, muito mais pra me proteger do aguaceiro do que pelo local em si. E acabei surpreendido por muita cor, muitas texturas diferentes e um som “sappore di sale” de uma vitrola antiga.

A Papelera Palermo abriu em 1994 como um espaço integralmente dedicado ao papel e suas infinitas alternativas. Desde então eles oferecem produtos e serviços relacionados às trocentas combinações que esse material permite, como cadernos, caixas, agendas, álbuns para fotos e uma infinidade de outras coisas. E, principalmente (e essencialmente), eles têm uma variedade enorme de papéis de cores, estampas, tratamentos e gramaturas diversas. E gente simpática e entendida do assunto te atende por lá.














Dois dias depois eu voltei lá, já num dia de sol, pra comprar mais alguns cadernos e uns rolos de papel (apesar do medo de amassá-los na bagagem). E a vitrolinha tava tocando Stones das antigas.





















fotos - divulgação

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Nuevo Palermo Viejo



























































Já faz um tempinho que Buenos Aires deixou de ser destino apenas para quem curte um bom show de tango, ou se delicia com os alfajores Havana. Isso a gente já tinha notado, por exemplo, com a revitalização das antigas docas no Rio da Plata, que resultaram no badalado bairro de Puerto Madero.

Mas uma área dentro do bairro de Palermo tem chamado a atenção de uns tempos pra cá: Palermo Viejo. Mais precisamente, o Palermo SoHo (claro, alusão ao de NY). Lá tem criatividade saindo pelo ladrão. Lojas de moda, arte e mobiliário, galerias bacanas, papelarias, botecos, restaurantes, e alguns hotéis-boutique (um deles é de Francis e Sophia Coppola). Pra quem tá afim de perambular por um lugar cheio de referências (de o que quer que seja) sem gastar 6 meses de salário em poucos dias.